Dança Circular

QUARTA-FEIRA, das 9h às 10h
QUINTA-FEIRA, das 20h às 21h30
com Tchesco Lobo

A dinâmica das Danças Circulares Sagradas é simples. Ensina-se o passo, treina-se em roda, depois dança-se a música e aos poucos as pessoas começam a internalizar os movimentos, liberar a mente, o coração, o corpo e o espírito.

As danças podem ser simples e de fácil aprendizado, não tendo necessidade de experiência anterior para participar desses círculos. Ou podem ser danças mais sofisticadas, para quem já dança há mais tempo. As músicas escolhidas são de todos os países e as danças podem ser tradicionais, regionais, folclóricas ou contemporâneas.

Experimentar as músicas, os gestos, os ritmos e os passos dos diversos povos, apoiando e sendo apoiado pela roda, faz com que os dançantes entrem quase que imediatamente em um campo novo de aprendizagem, inspirador e desafiador, conectando as pessoas de forma harmoniosa. É também um convite para conhecer, através do ritmo, melodia e movimentos, a expressão de outra cultura, com seus gestos, posturas e história. Naturalmente, o simples ato de dançar junto aproxima fronteiras, estimulando os integrantes da roda a respeitar, aceitar e honrar as diversidades.

fonte: http://www.dancacircular.com.br/oque.asp

 

As danças circulares sagradas são danças de roda de vários povos do mundo, como por exemplo: as danças indígenas do Brasil, as gregas, escocesas, celtas, israelitas, russas, húngaras, ciganas e outras.

Nessas danças percebemos a história e as tradições de um povo. Nelas estão embutidas inúmeras informações ancestrais que estão conectadas com a sabedoria universal. As danças são instrumentos de integração, celebração, autoconhecimento e autocura. Ajudam na abertura e expansão da consciência. As danças circulares sagradas são pura meditação em movimento.